Vereador Claudilson Pezão agradece o prefeito Almeida e a PROGUARU pela pavimentação da rua Ouro Fino – Nova Bonsucesso.


10617684_1667279860164378_1518489911_nVereador Pezão conversa com a população.

Vereador Claudilson Pezão agradece o prefeito Almeida e a PROGUARU pela pavimentação da rua Ouro Fino – Nova Bonsucesso.

10637922_800605779984873_11258490_nEstiveram presentes o prefeito Sebastião Almeida, vereador Claudilson Pezão e o presidente da empresa responsável pela pavimentação PROGUARU.

10602997_1667279843497713_268961604_nAs ruas Turvolândia, Olímpio de Noronha e Fábio Salvador Bei, ainda falta serem pavimentadas para que enfim todas as ruas que compõem este contrato estejam concluídas.

10660537_800586789986772_2028013995_nO prazo para conclusão da obra era para ser em setembro, porém a empresa PROGUARU prorrogou o prazo para mais 180 dias, pois devido a grande galeria para captação das águas na rua Turvolândia requer de mais tempo para ser executada.

10656682_800605836651534_2085981808_nO compromisso com a população de Bonsucesso continua de conseguirmos a pavimentação para toda região; ” Disse o Vereador Pezão”.

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Vacina contra Hepatite A já está disponível nas unidades de saúde.


PREFEITURA DE GUARULHOS.

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Vacinação na UBS Uirapuru (foto: Fabio Nunes Teixeira/PMG),

A partir desta segunda-feira (1º), todas as crianças de 12 meses a dois anos de idade (um ano, 11 meses e 29 dias) já podem tomar a vacina contra a Hepatite A, gratuitamente, nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da cidade. A nova vacina, que antes era disponibilizada somente nas clínicas particulares, foi introduzida pelo Ministério da Saúde no calendário vacinal do SUS e passa a ser rotina na rede pública.

 A meta da Secretaria de Saúde é imunizar pelo menos 95% do total de crianças dessa faixa etária, estimada em 20.857. A vacina será oferecida em dose única. A hepatite A é uma doença que causa inflamação do fígado, podendo resultar em manifestações clínicas graves, em alguns casos. Seus principais sintomas são urina escura, fadiga, coceira, perda de apetite, febre baixa, náuseas e vômitos, fezes pálidas ou com cor de argila e pele amarelada (também conhecida como icterícia).

HPV

Também teve início nesta segunda-feira (1º) a campanha da segunda dose do HPV (papilomavírus, responsável pelo câncer de colo de útero). As adolescentes entre 11 e 13 anos de idade devem retornar à UBS onde tomaram a primeira dose contra a doença, para dar continuidade à imunização. A vacina contra o HPV, que antes também somente podia ser encontrada em clínicas particulares, está à disposição da população em todas as Unidades Básicas de Saúde.

A segunda dose do HPV deve ser tomada seis meses após a primeira, sendo que a proteção contra a doença somente será completa depois da terceira dose, que será administrada daqui a cinco anos. Além de proteger em 70% a incidência do câncer de colo de útero, ela também previne as verrugas genitais causadas pelo papilomavírus.

Contudo, para dar continuidade à prevenção da doença, a mulher deve realizar o exame de Papanicolau na vida adulta, além de utilizar preservativo quando iniciada a vida sexual, uma vez que a vacina não protege contra todos os tipos de HPV nem contra as outras doenças sexualmente transmissíveis. Com eficácia comprovada para proteger mulheres que ainda não iniciaram a vida sexual, as doses contra o HPV são utilizadas atualmente como estratégia de saúde pública em 51 países, por meio de programas nacionais de imunização.

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“RARIDADE”; Pai de quadrigêmeas faz 1ª visita com mãe e diz que ‘é só felicidade’.


Do G1 MS.

Mulher de 37 anos descobriu gravidez de 4 bebês durante parto normal.
Meninas estão internadas na maternidade Cândido Mariano e no HR.

 

editada1_1Pai e mãe de quadrigêmeas se preparando para ver as meninas (Foto: Adriel Mattos/G1 MS)

Mãe e pai das quadrigêmeas que nasceram em Campo Grande , Denir Campos, de 37 anos, e Odair Cândido, de 31 anos, visitaram três das quatro filhas pela primeira vez no domingo (31). Depois do susto da chegada imprevista das quatro bebês durante o parto normal da esposa, ele afirmou ao G1 que a família está feliz com as novas integrantes.

“Não acreditei quando me disseram que eram quatro crianças. Mas agora é só felicidade”, declarou Odair. A família, que mora em Anastácio, distante 128 quilômetros de Campo Grande, já foi avisada do nascimento e espera o retorno dos pais. “Agora quero saúde para elas”, disse.

Três bebês estão na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal da maternidade Cândido Mariano, na capital sul-mato-grossense. Outra criança está internada no Hospital Regional (HR). O estado de saúde das quadrigêmeas é considerado estável, mas não há previsão de alta.

Denir relembra da surpresa quando soube que eram quatro meninas. “A emoção foi grande. Eu assustei quando soube que eram quatro. Só vi duas, depois acabei passando mal”, conta a mãe.

O casal está abrigado na Casa de Saúde Indígena de Campo Grande.

editada2_1Odair e Denir vendo uma das filhas na incubadora de UTI Neonatal (Foto: Adriel Mattos/G1 MS)

Surpresa
O ultrassom feito durante o pré-natal em Anastácio apontava para gêmeos. Elizabete, Eliza, Elizangela e Elizete, quadrigêmeas univitelinas, nasceram de 31 semanas, em um intervalo de 10 minutos, com pesos entre 890 gramas e 1,170 quilo.

Denir e Odair, que têm outros sete filhos e moram em um assentamento, chegaram a Campo Grande por volta das 22h (de MS) de quinta-feira. A gestante começou a ter contrações no início da noite e foi transportada por uma ambulância de Anastácio até a maternidade.

Raridade
A gestação de quadrigêmeas de Denir foi considerada por médicos situação rara por apresentar circunstâncias particulares. A idade da mãe, o tipo de fecundação, o peso das bebês, o parto normal e a quantidade de semanas foram alguns fatores apontados pela médica ginecologista e obstetra Deborah Elmor Faraco Coelho, consultada pelo G1.

foto3Registro de nascimento das quadrigêmeas (Foto: Gabriela Pavão/G1 MS)

Ajuda
Conforme a assistente social do local, o casal precisa de ajuda e doações para criar os filhos caçulas. A maternidade informa que podem ser doadas fraldas, principalmente do tamanho RN (recém-nascido), e também P, M, e G. Roupas para meninas também serão aceitas.

As doações podem ser feitas diretamente na maternidade, localizada na rua Marechal Rondon, 2.644, Centro. Quem quiser fazer outros tipos de doações pode entrar em contato com os pais pelos telefones (67) 9680-1729 ou 9857-5933.

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Vereador Claudilson Pezão faz visita na obra de construção da creche que está acontecendo na Vila Carmela 3, agradece ao prefeito Sebastião Almeida pela obra que está prevista para ser entregue em 2015, e continuará buscando recursos para educação e lazer na região.


10584277_787218541323597_1775071118_nVereador Claudilson Pezão faz visita na obra de construção da creche que está acontecendo na Vila Carmela 3, e agradece ao prefeito Sebastião Almeida pela obra que está prevista para ser entregue em 2015,  e continua buscando recursos para educação e lazer da região.

10589642_787218531323598_2120079628_nO vereador Pezão vem cobrando e dialogando sempre com o prefeito Almeida a construção de mais creche e reivindicando recursos de emendas parlamentares para a construção de creches e outras obras.

10403670_1496064677302021_2455890179220686957_nCreche sendo construída.

Através do mandato do deputado federal Carlos Zarattini em parceria com o Vereador Claudilson Pezão também foi adquirido recursos para construção de uma creche na região de Bonsucesso e para construção de uma área de lazer no bairro Vila Carmela.

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‘Tenho a resposta pronta’, diz homem com 2,29 metros sobre piadas.


Do G1 CE.

Joel Fernandes tem 29 anos de idade e pesa 150 quilos.
Ele fala que sofre preconceito e tem dificuldade para comprar roupas.

ninao“Sofri muito preconceito e ouvi muitas piadas”, diz Joel Fernandes, em visita a Fortaleza, nesta quinta-feira (28). “O pessoal fala muita piadinha, mas como são todas repetidas, eu tenho a resposta pronta, mas não me incomodo muito, levo na brincadeira”, diz. Joel tem a marca de 2,29 metros, aos 29 anos de idade.

“Com 14 anos, eu tive exatos dois metros de altura e na escola eu me dava bem com alguns alunos, mas nas ruas as pessoas não entendem que ser alto não é nada de outro mundo”, relata. Joel, conhecido entre os amigos como Ninão, pesa atualmente 150 quilos e calça número 53.

O tamanho também gera dificuldade de comprar roupas. “Tudo é difícil, não existe roupa em loja para as pessoas da minha altura. Tem que ser tudo sobre encomenda, já conheço algumas pessoas que fazem roupas, e elas têm as minhas medidas. Em alguns eventos que eu participo como garoto-propaganda também ganho roupa das marcas já para o meu tamanho”, afirma.

Joel Fernandes Silva, do interior da Paraíba, visita Fortaleza para promoção de um pastel de 70 centímetros, em um shopping de Fortaleza, nesta quinta-feira. Ele conta que aproveitou a “visibilidade” do seu tamanho para promover eventos. “Vi uma vez o mais alto do mundo participando de eventos e decidi participar também. A minha altura virou uma fonte de renda”, brinca.

ninao2Atualmente, Ninão tem 2,29 metros (Foto: Bruno Gomes/Agência Diário).

 

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Ação Solidária; Mandato do Vereador Claudilson Pezão aceita doações de cadeiras de rodas, Muletas, etc.


c3a7c3a7Mandato do Vereador Claudilson Pezão aceita doações de cadeiras de rodas, Cadeiras de banho, Muletas, etc; para estarmos repassando para pessoas que necessitam, favor entregar as doações na: Avenida Carmela Thomeu, 582, Vila Carmela-Guarulhos.

Para maiores informações entre em contato conosco pelo telefone- 4963-6839.

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Médico com doença do ‘desafio do balde de gelo’ dá aula só com olhos.


Deficiente Ciente.

Sem controle sobre músculos,Vanderlei Corradini leciona à distância. Esclerose lateral amiotrófica afeta neurônios responsáveis por movimentos.

Dr-VanderleiO médico Vanderlei Corradini Simões de Lima, de 53 anos, já não tem mais controle sobre os músculos do corpo. Diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (ELA) em 2010, ele sofreu a paralisação progressiva dos membros. A exceção são os olhos. É com eles que ele se comunica com os alunos da disciplina de Fisiologia Médica da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), instituição em que atua como professor convidado. Lima vive em São Sebastião do Paraíso, em Minas Gerais.

A ELA é a doença rara que motivou o desafio do balde de gelo, campanha que desafia personalidades a jogarem um balde de água gelada na cabeça para chamar a atenção sobre o problema.

As pessoas podem aceitar o desafio ou fazer uma doação para uma instituição ligada à ELA, ou ainda fazer as duas coisas.

De caráter progressivo, a ELA afeta os neurônios responsáveis pelos movimentos do corpo e causa a perda do controle muscular. A doença não interfere na capacidade cognitiva do indivíduo.

Nos Estados Unidos, onde a campanha foi criada pela ALS Association, associação americana que financia pesquisas dedicadas a encontrar uma cura para a doença e também serviços para pacientes, as arrecadações chegaram a US$ 88,5 milhões até a última terça-feira (26).

No Brasil, as três principais associações dedicadas ao apoio de pacientes com ELA arrecadaram, juntas, quase R$ 200 mil em doações em apenas uma semana.

“Acredito que esse fenômeno tem mais importância de nos tornar visíveis, já que as estatísticas insistem em nossa invisibilidade. Quanto à arrecadação de fundos, é um pontapé inicial em uma situação tão complexa”, diz Lima.

Comunicação

Desde quando perdeu os movimentos, Lima tem duas estratégias para se comunicar com o mundo externo. Em uma delas, um acompanhante mostra a ele um quadro com as letras do alfabeto dispostas em três linhas. Lima pisca para indicar em que linha está a letra desejada. Em seguida, a pessoa começa a ler as letras daquela linha e ele pisca na letra que quer usar. Dessa forma, formam-se as palavras e as frases.

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Outra estratégia envolve uma ferramenta capaz de detectar os movimentos do globo ocular, que passam a controlar o mouse virtual de um computador.

Foram esses mecanismos que permitiram que ele escrevesse um livro, chamado “Eu e elas”, e que fosse convidado a ministrar uma disciplina, como professor convidado, na UFJF. O convite partiu da fisioterapeuta Carla Malaguti, que leciona a disciplina de fisiologia médica na instituição. Ela conta que já o conhecia e que sabia que tinha muito conhecimento acumulado nos 27 anos de prática em cirurgia geral e endoscopia digestiva.

“Falei para ele que, na disciplina, discuto casos à distância com os alunos e que precisava de um professor convidado para me ajudar. Ele adorou porque, com a doença, não pôde mais exercer a medicina, mas pôde manter a profissão como professor”, diz Carla.

A professora conta que a disciplina envolve a discussão de casos reais de pacientes com doenças degenerativas, como a ELA. “Foi muito bom para os alunos porque eles tinham contato com um caso real e também com alguém que entende, como médico, os aspectos todos das doenças”, observa.

Em entrevista por e-mail, Lima diz que sempre gostou de se envolver com a comunidade científica. “No momento que os primeiros sintomas apareceram, ministrava aulas no curso de endoscopia digestiva na pós-graduação da Faculdade de Medicina da Suprema. Quando recebi o convite, fiquei imaginando uma forma de ser útil. Assim, aproveitando minha experiência de 27 anos de medicina assistencialista, participo dos fóruns de discussão de casos clínicos online através da plataforma Moodle [ferramenta de ensino à distância], abordando aspectos psicobiossociais dos casos discutidos e respondendo às questões dos alunos.” Atualmente, além de dar aulas, ele prepara seu segundo livro: “Médico de pijamas e suas estórias”.

Diagnóstico

20140828142554_12ad4Vanderlei começou a perceber os primeiros sinais da doença quando passou a ter câimbras e diminuição da força muscular da mão esquerda. “Pelo fato de ser médico, eu mesmo fiz o diagnóstico clínico e, após a confirmação, preparei minha vida e minha família para tudo que iria enfrentar.”

Depois do primeiro sintoma, a doença evoluiu para paralisa do resto do corpo e da deglutição e respiração. “Nessa situação, é fundamental a aceitação. Para isso é preciso ter a convicção de que desempenhou seu papel com honradez e com a máxima perfeição que conseguiu impor e assim se atinge a sensação de ter vivido na sua plenitude e com êxito.”

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