Gêmeas idênticas que nasceram com Síndrome de Down comemoraram primeiro dia em uma escola regular.


R7.

Duas gêmeas idênticas que nasceram com Síndrome de Down passaram a frequentar uma escola regular e comemoraram seu primeiro dia nela.

1066As gêmeas idênticas, de quatro anos da idade, Abigail e Isobel Parry, foram diagnosticadas com a condição genética três semanas após o nascimento.

As chances de um nascimento ocorrer assim são de apenas uma em cada 2 milhões.

As meninas, que nasceram prematuras, comemoraram um marco que seus pais temiam não acontecer: frequentar uma escola regular.

Abigail e Isobel Parry, gêmeas idênticas de quatro anos da idade diagnosticadas com  Síndrome de Down, comemoraram o primeiro dia em uma escola regular.

10114Quando as filhas chegaram ao mundo o casal pensou que a condição seria uma sentença em vida, mas agora dedicam todo o tempo que têm para romper mitos e equívocos sobre a síndrome.

Eles lançaram uma campanha que visa fornecer a futuros pais conselhos sobre a condição e não julgamento.

As garotas ficam radiantes em seu primeiro dia no local, e o pai, Matt, contou que quando as meninas nasceram, ele e a mulher, Jodi, não sabiam se elas seriam capazes de tal proeza.

10212“Isso só mostra o quão longe chegamos em nossa própria compreensão da Síndrome de Down. Tivemos equívocos, que muitas pessoas têm, e é isso que estamos tentando resolver”, disse o pai.

Eles reconhecem que as filhas terão desafios na escola, mas disseram ter escolhido “empurrá-las para terem sucesso”.

As irmãs utilizam-se, principalmente, da linguagem de sinais para se comunicarem, e seu vocabulário nesta língua equivale ao de uma criança da mesma idade com vocabulário verbal.

Jodi afirmou que as meninas não são diferentes do outro filho do casal, Finlay, mais velho.

Eles ficaram chocados ao descobrir que 92 por cento das mulheres com um diagnóstico pré-natal de síndrome de Down terminavam s gravidez.

O CEO da Associação Síndrome de Down, Carol Boys, explicou que as atitudes sobre as habilidades de crianças com Síndrome de Down mudaram.

Ela afirmou que no passado acreditava-se que havia muitas coisas que as crianças com a síndrome não poderiam fazer, quando na verdade elas nunca tinham recebido a oportunidade de experimenta-las.

Carol também salientou que as crianças com a condição não apreendem com a mesma velocidade com que os colegas.

 

 

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Sobre claudilsonpezao

Sou Claudilson Leite Pereira, mais conhecido como Pezão. Nasci em Prado (BA), em 15 de julho de 1966. Sou casado e pai de duas filhas. Moro em Guarulhos – SP. Em 6 de fevereiro de 2000 fiquei paraplégico. Apesar da deficiência, comecei a dedicar-me a causas sociais e, em 2003, filiei-me ao Partido dos Trabalhadores, dando início a minha carreira política. Atuo no Setorial da Pessoa com Deficiência, no PT. Cursei Tecnologia em Processos Gerenciais na Universidade Metodista em 2010. Minha história de vida é marcada por superações e conquistas. Fui eleito vereador por Guarulhos, para o mandato de 2013 a 2016. Espero em Deus realizar um trabalho digno que melhore a qualidade de vida das pessoas.
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